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DIÁRIO 89

Criando memórias desde 1989

10
Set19

Pisa

Em Fevereiro despedi-me dos 29 viajando até Itália, mais precisamente até Pisa. Entre vários destinos ponderados, não pensei que fosse voltar a Itália onde tinha estado há dois anos atrás. Porém, desta vez incluí no roteiro a cidade que sempre sonhei conhecer, Florença! Mas comecemos por Pisa, a cidade que foi o ponto de partida, na qual aterramos na véspera do meu aniversário.

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Depois de uma breve viagem de comboio chegamos ao centro da cidade de Pisa, e sem ainda ter visto a emblemática torre, já estávamos encantados com a cidade que é banhada pelo rio Arno. Entramos Pisa adentro, em direção a um dos mais famosos monumentos do mundo. Com bilhetes comprados antecipadamente e hora marcada, não tínhamos tempo a perder.

Assim que chegamos à Piazza del Duomo e começamos a avistar a torre, foi sem dúvida uma surpresa, pois não pensávamos que ela fosse tão bonita e tão original ao vivo. A surpresa continuou assim que entramos dentro, e constatamos por nós mesmos a inclinação que se torna ainda mais evidente ao longo da subida e descida da torre. No topo da Torre de Pisa, fomos brindados com uma vista incrível sobre a cidade.

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Depois de andarmos às voltas dentro de uma torre inclinada, decidimos visitar a Catedral de Pisa assim como o Batistério que se encontram no mesmo local, o que infelizmente acabamos por não fazer, porque estavam a encerrar. Posto isto, sobrou-nos tempo para o quê? Para as típicas fotografias ridículas com a famosa torre! É mesmo ridículo a quantidade de gente em poses bizarras, mas ao mesmo tempo é algo absolutamente impossível de não fazer estando lá!

12
Ago19

Railay Beach

A nossa estadia por Ao Nang foi a parte mais relaxada desta viagem à Tailândia, onde aproveitamos para descansar e repor energias de todas as emoções vivenciadas no nosso casamento. No entanto, com vários dias de dolce far niente, quisemos mexer um bocado daquele lugar para conhecer outras praias. Não muito longe dali, encontrava-se a praia que mais adoramos: Railay Beach. Visto o barco ser o único meio de transporte que nos podia levar lá, apanhamos um dos típicos long tail boat em Ao Nang, e lá fomos nós rumo a este paraíso.
Assim que desembarcamos, em modo meio corpo no mar e não pé na areia, ficamos imediatamente rendidos e com vontade de explorar e aproveitar este lugar. Um lugar repleto de palmeiras, areia, sol e boas energias.

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Antes de nos entregarmos a mergulhos e banhos de sol, partimos explorar as ruas que se revelaram uma autêntica surpresa. Ruas com um ambiente bastante alternativo, mas ao mesmo tempo um ambiente que vai de encontro com as boas ondas que a praia nos transmite. Vários comércios, restaurantes e bares de reggae, onde apesar de ser ilegal, existe consumo de droga. Num deles estavam expostas várias bandeiras, e rapidamente encontramos a nossa, a qual apontamos com todo o orgulho. Nisto um senhor de calça vermelha e plumas no cabelo, viu-nos e veio falar-nos num português um pouco arranhado, perguntando-nos se éramos portugueses. Respondemos que sim, ao que ele apontou para o carrinho onde se encontrava uma criança, e disse "Este é o meu filho. Filho de índio português!". Uma situação tão caricata, da qual saímos com um sorriso tonto no rosto!

24
Jul19

Phi Phi

Ir à Tailândia e não ir às Phi Phi, é como ir a Roma e não ver o Papa, se bem que fui a Roma e não o vi! A viagem às ilhas Phi Phi estava incluída no nosso roteiro pela Tailândia, sendo uma das coisas pelas quais estávamos bastante ansiosos.
Num dos dias por Ao Nang, fomos ter ao cais de embarque onde entramos num Speed Boat, o qual nos levaria ao paraíso. Colocamos os coletes e rapidamente percebemos o nome destes barcos, quando ele navegava literalmente aos saltos contra as ondas do mar. Tínhamos quarenta e dois quilómetros pela frente, mais de uma hora de viagem marítima.
A primeira paragem deu-se na ilha de Bamboo, uma pequeníssima ilha de areia branca, mar cristalino e muitas árvores, onde numa visita breve aproveitamos logo para dar o primeiro mergulho. Não houve muito tempo para fotografias aqui, mas a praia era absolutamente incrível.

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Depois de refrescados prosseguimos viagem, agora sim para as Phi Phi, mas antes de pormos o pé em terra firme mergulhamos em dois lugares diferentes para praticar snorkeling à volta da ilha. Paramos numa zona bem calma, onde de friozinho na barriga lá nos atiramos do barco para ficarmos a boiar nas maravilhosas águas tailandesas. Nadamos felizes por estarmos nas míticas ilhas Phi Phi. 
Mergulhamos de seguida num ambiente bem mais agitado, devido às ondas existentes no lugar onde o barco nos levou. Para além das ondas, inúmeros corais e peixes surgiram diante dos nossos olhos. À felicidade de ali estar, juntou-se a gratidão.

15
Jul19

Ao Nang

Ao Nang foi a praia onde ficamos hospedados na segunda parte da nossa lua de mel, após a nossa passagem pela capital da Tailândia. Depois de uma hora de voo entre Bangkok e Krabi, chegamos a este cantinho da Tailândia já de noite, o que nos deixou cheios de expectativas. Fomos acompanhados até ao nosso quarto, num misto de excitação e de receio daquilo que nos cercava sem que pudéssemos ver. Um destino desconhecido à noite, com um mar propenso a tsunamis a uns meros 50 metros, e o ruído intenso de insetos e outros animais, pode revelar-se um pouco assustador. Mas no final só aumentou o deslumbramento assim que acordamos na manhã seguinte.

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Situada no sul da província de Krabi, Ao Nang revelou-se um lugar bastante tranquilo rodeado de falésias, floresta, mar e inúmeras ilhas no horizonte. A partir daqui é possível partir à descoberta de um número infinito de pedaços de paraíso, incluindo as famosas ilhas Phi Phi. 

A nossa estadia em Ao Nang teve dias de autêntico dolce far niente, com dias a começar por um pequeno-almoço bem recheado. Aliás, uma das recordações mais relaxantes que guardo, são os pequenos-almoços tomados em frente ao mar de Andamão. Rodeada de paz, o som das calmas ondas do mar e uma música bem zen de fundo, não há como começar os dias de melhor maneira. Sinto realmente saudade quando relembro estes momentos.

Não havia nada que parasse esta doce preguiça, nem mesmo a chuva torrencial que apareceu uma ou duas vezes, e que nos deu ainda mais vontade de saltar para dentro da piscina!

À noite percorríamos as ruas à beira-mar repletas de restaurantes, lojas de recordações e diversos bares. Jantávamos a maior parte das vezes virados para o mar, acabando num bar para ouvir música ao vivo com um daiquiri de maracujá a acompanhar.

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Também houve dias de aventura e descoberta, quando fomos conhecer outros lugares, e até quando decidimos experimentar a típica massagem tailandesa! Por entre tantas massagens propostas em cada esquina, escolhemos a tradicional numa tenda bem em frente ao mar. Fomos surpreendidos por uma massagem tudo menos relaxante no momento, até um pouco bruta, em que ouvimos estalar cada osso do nosso corpo! Até os mais pequenos não foram poupados, como foi o caso dos dedos dos pés. Valeu-nos umas inspirações profundas, uns gritinhos, gargalhadas e por fim um corpo renovado.

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Não foi só a massagem que me renovou o corpo e a alma, foi um todo chamado Tailândia!

10
Mai19

Damnoen Saduak Floating Market

Depois da descoberta do Maeklong Railway Market e da Coconut Sugar Farm, prosseguimos viagem até Damnoen Saduak para conhecer o famoso Floating Market, um dos mais famosos e antigos mercados flutuantes. Este tipo de mercado é bem tradicional na Tailândia, havendo vários deles que se tornaram bastante turísticos, para não dizer demasiado, como é o caso deste.

Assim que chegamos constatamos isso mesmo, não tivéssemos que esperar pela nossa vez de embarcar. Enquanto saboreámos uma água fresca e fatias de melancia também frescas, a ansiedade foi aumentando, ainda mais quando vimos a velocidade a que saiam os barcos dali.

Chegou então a nossa vez de entrar num barco, onde só íamos os dois, com a nossa querida guia e o senhor que guiava. Começamos a travessia pelos arredores do mercado, onde diante dos nossos olhos surgiu uma pequena vila nas margens do canal, onde várias habitações típicas se encontram praticamente em cima da água.

Pelo facto de viverem nas margens de um canal, os habitantes locais acabaram por desenvolver ali os seus negócios, pelo que mesmo antes de chegar ao mercado, encontramos algumas lojinhas por ali.

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Apesar do movimento dos barcos nos canais, as habitações encontram-se num ambiente calmo e tranquilo, contrariamente ao cenário que se revelou assim que entramos finalmente dentro do mercado. O canal que até então era suficientemente largo, estreitou e uma confusão de barcos, rostos, ruídos e odores, envolveu-nos como dois braços que apertam sem querer largar. Rapidamente o trânsito parou, literalmente, e ficamos ali como que à deriva, encalhados em pleno mercado flutuante na Tailândia.

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